O que passou
tem de ser deixado no passado,
como já foi dito em muitos ditados.
E eu que já muitas vezes tentei,
ir atrás do que já não existia
hoje em dia prefiro apenar imaginar,
que talvez, poderia ter sido ainda melhor,
do que tentar voltar e constatar que não era nada do que pensei.
Hoje, prefiro essa sensação agridoce das lembranças.
domingo, 2 de setembro de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
00:31
Poeta até meia noite e meia, eis que sou.
Escrevo frases tresloucadas ao som de músicas regadas,
A uma boa dose de tristeza e amargura.
Amargo minha vida,
Dito coisas, invento saídas e rimas.
Depois me afago entre as cobertas,
Com a estranha sensação de ter me definido,
Com dois ou três grunhidos dados em palavras mesquinhas,
Já muito usadas.
Sinto-me clichê...
Dou risada da minha desgraça e adormeço estranhamente,
Dou risada da minha desgraça e adormeço estranhamente,
Ironicamente,
Feliz!
Se
Se o tanto que eu sinto, coubesse em tudo o que eu digo.
Talvez esse nó na garganta não existisse.
Talvez esse nó na garganta não existisse.
Talvez eu não sentisse esse peito quase explodir.
Talvez se tudo o que faço se resumisse naquilo que quero,
Talvez se tudo o que faço se resumisse naquilo que quero,
Eu não faria tantos planos, não me frustraria tanto.
Talvez se o mundo fosse outro,
Talvez se meu mundo fosse outro,
Talvez se meu futuro fosse oco,
Talvez se meu resumo fosse pouco
Talvez esses versos não fôsseis loucos.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Que se perca
A gente perde por querer,
por sentir,
por perder,
por mentir,
por prosseguir.
Enquanto se vive,
se, de fato, vive,
se perde.
E não há mais nada a se questionar,
perdidos no tempo, agora, estes versos irão ficar,
O que nos resta,
é aceitar,
que se perder,
pode-se encontrar.
por sentir,
por perder,
por mentir,
por prosseguir.
Enquanto se vive,
se, de fato, vive,
se perde.
E não há mais nada a se questionar,
perdidos no tempo, agora, estes versos irão ficar,
O que nos resta,
é aceitar,
que se perder,
pode-se encontrar.
Que rolem as cabeças!
Aguardo, agora, pelo machado.
Os punhos e os pés já foram cortados,
Que minha cabeça role!
Mas que fique bem claro:
Não me arrependo e nem me calo!
No máximo, me omito.
Não sou do tipo que conta mentiras,
Nem tampouco que diz verdades.
Penso antes de falar,
e falo aquilo que me convém.
Então não desconfie de mim,
se comigo seu segredo for guardado,k
de fato, não o cantarei a ninguém.
Ainda mais se tal fato,
obter alguns atos,
que faça de mim um réu também.
Os punhos e os pés já foram cortados,
Que minha cabeça role!
Mas que fique bem claro:
Não me arrependo e nem me calo!
No máximo, me omito.
Não sou do tipo que conta mentiras,
Nem tampouco que diz verdades.
Penso antes de falar,
e falo aquilo que me convém.
Então não desconfie de mim,
se comigo seu segredo for guardado,k
de fato, não o cantarei a ninguém.
Ainda mais se tal fato,
obter alguns atos,
que faça de mim um réu também.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Eu e minha toca.
Toca, nela ficam minhas lágrimas.
Toco, na estrada.
Não paro, nem desvio.
Toco, o toco com as mãos e continuo.
Toco, na estrada.
Não paro, nem desvio.
Toco, o toco com as mãos e continuo.
Passo a passo.
De toca em toca.
Escondendo-me das tempestades e do frio.
Me abrigando, de obrigações que em mim mesma abrigo.
Fecho os olhos, ponho a toca.
Me abrigando, de obrigações que em mim mesma abrigo.
Fecho os olhos, ponho a toca.
Volto a dormir.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Anomalia
E que culpa tenho,
se o vento me trouxe até aqui para semear?!
Quando finquei raízes,
já sabia que jamais seria igual.
Mas quis enfrentar.
Me mostrar sim ser diferente,
mostrar que nem todas são idênticas sementes.
Mas me entenderam mal,
Não me aceitaram.
Me julgam agora por não ser tão bela,
nem dar flores assim, à forra.
Pra desfrutar de meus frutos e aromas,
Primeiro, tem de passar pelos meus espinhos.
se o vento me trouxe até aqui para semear?!
Quando finquei raízes,
já sabia que jamais seria igual.
Mas quis enfrentar.
Me mostrar sim ser diferente,
mostrar que nem todas são idênticas sementes.
Mas me entenderam mal,
Não me aceitaram.
Me julgam agora por não ser tão bela,
nem dar flores assim, à forra.
Pra desfrutar de meus frutos e aromas,
Primeiro, tem de passar pelos meus espinhos.
Submissão
Eu nunca sei a hora de parar.
Me elevo até meu último degrau...
Decaio até meu último fôlego acabar,
São raras às vezes em que plano,
Em que estou estável.
Uma eterna gangorra,
Onde de um lado sou eu..
Onde de um lado sou eu..
E do outro lado a vida..
E que dependendo do peso que ela coloca..me exalto,
Ou me rebaixo.
Cansei de mirar horizontes,
E estabelecer metas.
Que a vida decida,
Quando será a descida e subida.
E quando irei planar.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Venha
E me pergunto se só eu derramo estas lágrimas,
Se só eu sinto que o tempo está passando,
e é como se eu estivesse na contra-mão.
Será que só eu sinto dificuldade em perder?
Perder os momentos, as lembranças..as pessoas.
Confesso, já não estou agüentando.
Essa tal história de me apegar e desapegar,
Não acontece tão facilmente...
Porque quando me dou, me dou por inteiro.
E quando me tomo, me trago em pedaços.
Os reconstituo,
Até a próxima maré
Até a próxima enchente
Até o próximo.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Consciência
Se conhecer..é se encontrar,
Se entender..se prever,
Se prevenir.
Se tiveres a oportunidade,
me conheça,
Se tiveres vontade,
Se procure.
Se tiveres coragem
Definhe-se de outros,
Defina-se aos poucos.
Se entender..se prever,
Se prevenir.
Se tiveres a oportunidade,
me conheça,
Se tiveres vontade,
Se procure.
Se tiveres coragem
Definhe-se de outros,
Defina-se aos poucos.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Palavras aleatórias
Quem desarma-se, vulnerável torna-se.
Então não se iluda!
Não é porque trago comigo esse sorriso,
Essa fala mansa,
Que não estou pronta pra guerrear.
Tua falsa pretensão soou-me repreensão...
Então me calo.
E quanto menos eu falo, mais eu sinto...
Mas quando menos eu sinto..mais eu esqueço...
Menos me importo, mais te iludo.
E um dia..aah um dia...
Você aprenderá que só o que estiver entrelinhas,
Bem pautadas,
Têm importância.
Então não se iluda!
Não é porque trago comigo esse sorriso,
Essa fala mansa,
Que não estou pronta pra guerrear.
Tua falsa pretensão soou-me repreensão...
Então me calo.
E quanto menos eu falo, mais eu sinto...
Mas quando menos eu sinto..mais eu esqueço...
Menos me importo, mais te iludo.
E um dia..aah um dia...
Você aprenderá que só o que estiver entrelinhas,
Bem pautadas,
Têm importância.
Assinar:
Comentários (Atom)