Desde seu sorriso sem graça,
Que desmanchava seu jeito de mau,
Ao seu jeito momentaneamente carinhoso de olhar.
Desde seu abraço apertado,
Ao seu cumprimento meio engasgado.
Desde suas brincadeiras
Com risadas nada contidas,
A seus papos sérios.
Desde seus agradecimentos, quase sempre por nada,
A sua maneira de se desculpar,
Me perdoar.
Desde nossas conversas sem nexo,
A nossas confissões sobre os ‘nossos mundos’,
Desde sua vergonha,
Até a liberdade que inesperadamente pegava,
Desde seus mais simples gestos e falas,
A aqueles que me faziam rir e ficar brava.
De tudo sinto saudade.
Até mesmo da sensação de tristeza que sentia
Por saber que não o veria numa quarta chuvosa,
À certeza de que no dia seguinte o veria mais uma vez.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Medo
Preciso fugir,
Tudo está escuro.
Minha razão não me comanda.
Tenho medo de meus atos,
Os amo.
Mas os quero longe de mim,
De minha mente demoníaca,
De minhas vontades psicóticas,
Preciso ir para algum lugar,
Um lugar onde apenas eu possa sofrer com meus atos,
Onde eu não machuque ninguém,
Onde eu possa gritar,
E soltar todos esses sentimentos
Que estão dentro de mim,
Me sufocando.
Me levando a insanidade.
Tudo está escuro.
Minha razão não me comanda.
Tenho medo de meus atos,
Os amo.
Mas os quero longe de mim,
De minha mente demoníaca,
De minhas vontades psicóticas,
Preciso ir para algum lugar,
Um lugar onde apenas eu possa sofrer com meus atos,
Onde eu não machuque ninguém,
Onde eu possa gritar,
E soltar todos esses sentimentos
Que estão dentro de mim,
Me sufocando.
Me levando a insanidade.
Felicidade.
O sangue escorre,
A faca,
Luminosa cai.
E um sorriso,
Repleto de uma felicidade nunca antes vista,
Se abre em meu rosto.
Finalmente
O fim.
A faca,
Luminosa cai.
E um sorriso,
Repleto de uma felicidade nunca antes vista,
Se abre em meu rosto.
Finalmente
O fim.
Psicose
E tudo que passa pela minha mente agora,
É a vingança.
Sinto sede do que não se pode beber.
Vontades psicóticas,
Aquelas que fariam,
Até o pior dos seres humanos,
Apavorar-se.
Ódio.
Cegando-me,
Levando-me a loucura, dia após dia,
Já não sei por quanto tempo mais vou agüentar.
É a vingança.
Sinto sede do que não se pode beber.
Vontades psicóticas,
Aquelas que fariam,
Até o pior dos seres humanos,
Apavorar-se.
Ódio.
Cegando-me,
Levando-me a loucura, dia após dia,
Já não sei por quanto tempo mais vou agüentar.
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