A cada pôr-do-sol renovo-me
Como fênix faço.
Deixo todos os temores,
rancores, vazarem,
queimarem.
Pelos poros, pelos olhos,
pelas veias, pela derme, epiderme.
E aos poucos me faço cinzas.
Enquanto a noite me chega, me cega,
tudo em mim reluz,
me vejo crua,
despida de todas as máscaras e
mágoas que armazenei.
A lua vem,
a luz retorna,
a máscara volta,
a vertigem acaba.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Espero-te Hipnos
Longos dias,
duras horas.
Muitos motivos,
poucas palavras,
ainda menos respostas.
Tranco as portas e adormeço.
duras horas.
Muitos motivos,
poucas palavras,
ainda menos respostas.
Tranco as portas e adormeço.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Mundo Insano
Crianças sendo jogadas no mundo,
crianças já cedo criando seu mundo.
Responsabilidade lançada,
o peso do mundo, o preço do futuro,
a estrada, a névoa, a pedra e o tombo.
joelhos calejados.
pálpebras cansadas
e lá vem mais um dia.
crianças já cedo criando seu mundo.
Responsabilidade lançada,
o peso do mundo, o preço do futuro,
a estrada, a névoa, a pedra e o tombo.
joelhos calejados.
pálpebras cansadas
e lá vem mais um dia.
Assinar:
Comentários (Atom)