Poeta até meia noite e meia, eis que sou.
Escrevo frases tresloucadas ao som de músicas regadas,
A uma boa dose de tristeza e amargura.
Amargo minha vida,
Dito coisas, invento saídas e rimas.
Depois me afago entre as cobertas,
Com a estranha sensação de ter me definido,
Com dois ou três grunhidos dados em palavras mesquinhas,
Já muito usadas.
Sinto-me clichê...
Dou risada da minha desgraça e adormeço estranhamente,
Dou risada da minha desgraça e adormeço estranhamente,
Ironicamente,
Feliz!