Como ele foi parar ali?
Em uma das salas uma senhora simpática,
Suas formas eram familiares
A genética tem lá seus traços de humor
Aquele lugar era sinuoso,
Vibrava uma como uma antiga perdição
Ornamentado por muita pelúcia e vaidade
Era a armadilha em que ele queria estar
Subitamente,
Tua voz ao fundo
“Finalmente vamos...”
E o que lhe resta é fugir.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
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