A cada pôr-do-sol renovo-me
Como fênix faço.
Deixo todos os temores,
rancores, vazarem,
queimarem.
Pelos poros, pelos olhos,
pelas veias, pela derme, epiderme.
E aos poucos me faço cinzas.
Enquanto a noite me chega, me cega,
tudo em mim reluz,
me vejo crua,
despida de todas as máscaras e
mágoas que armazenei.
A lua vem,
a luz retorna,
a máscara volta,
a vertigem acaba.
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