Sem essa de a culpa é minha.
Sem palavras bonitas,
sem reboco,
apenas a massa árida e ríspida.
Essa é minha face...
Sem disfarces.
Eu sou esse ser errante que você vê,
eu sou a culpada;
poderia dizer de mil formas a mesma coisa
que você parece não ver,
e se não nota,
não me entende,
mas como poderia? Nem eu o faço!
Retorno ao meu riso de sarcasmo,
nada é tão bonito quanto aquilo que você quer que seja.
Não me queira.
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